Existem casos recentes que merecem ser respondidos em debates como o da TV Band: Lei de Zoneamento não aprovada, Passe Livre estudantil não implementado, Hospital Veterinário inoperante e Hospital da Criança no meio de um furacão de denúncias.
E há aquilo que, desde 2016, ele prometia resolver: o transporte público de São Luís.
Todas essas questões foram cortinadas sob uma rede social pessoal turbinada com dinheiro público, transformando Braide em um herói. A maquiagem da gestão foi o asfalto.
E isso tudo merece o contraditório.
Porque existe uma diferença fundamental entre apresentar realizações nas próprias redes sociais e responder, ao vivo, a perguntas que não foram escolhidas previamente.
O Braide de 2016 precisava desse espaço para questionar quem estava no poder.
O Braide de 2026 está no poder há seis anos.
Agora, é ele quem precisa responder.
Afinal, Braide promete — ou ameaça — fazer no Maranhão tudo que fez em São Luís.
Finalizo recorrendo ao que disse Eduardo Oinegue em editorial na TV Band:
“O político que foge dos debates trata o eleitor como um cidadão de segunda classe. De quem ele quer o voto, mas a quem ele não quer prestar contas. Quer governar o estado, mas se recusa a perder tempo explicando o que fazer — ou o que fez, aspas minhas — em um ambiente marcado pelo contraditório.”
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